A importância dos sistemas elétricos de potência

A energia elétrica é algo realmente incrível! A vida cotidiana da maioria das pessoas depende amplamente da eletricidade, sendo notável a atividade elétrica nas residências, indústrias, hospitais e escolas. É realmente difícil imaginar uma sociedade funcional sem a presença da energia.

 

Entretanto, o que a energia tem de incrível ela tem de “complicada”! Para que exista energia na tomada da sua casa, é necessário uma série de processos que são denominados “Sistema Elétrico de Potência” (ou simplesmente SEP) sendo os principais subsistemas: geração, transporte e distribuição.

 

Hoje, no Brasil, a principal forma de geração de energia elétrica são as usinas hidrelétricas. É nelas que a força das quedas d’agua, sejam elas naturais ou artificiais, giram enormes turbinas que transformando a energia do movimento (cinética) em energia elétrica.

Esse é um sistema que tem um rendimento razoável. Contudo, a depender do seu local de instalação, pode ter o seu potencial alterado devido a períodos de cheias ou estiagens dos rios. Ademais, uma alternativa são as usinas termoelétricas, que também são parcela significativa no subsistema de geração brasileiro.

O impacto disso tudo

O grande ponto negativo de ambas as usinas é o impacto ambiental no seu local de instalação e arredores. Isto é um grande ponto a ser estudado e melhorado na geração de energia, a questão da redução do impacto ambiental no processo de produção.

 

O caminho da eletricidade

Após a geração é necessário haver transporte de toda essa energia para as centrais de distribuição. O transporte fica ao encargo das concessionárias, sendo a transmissão feita em alta-tensão por poste e cabos projetados para esse tipo de tensão. Não é muito comum ver esse tipo de instalação nos meios urbanos, uma vez que aqui a energia já chega “tratada”.

Após a eletricidade chegar as concessionárias a energia, então, é “tratada” e segue em dois ramos de distribuição diferentes: a demanda industrial e a demanda doméstica. Em nossa casa, recebemos a demanda doméstica, ou seja, pagamos uma pequena taxa acrescida do quanto gastamos por mês, ou período definido no contrato da concessionária.

 

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Autor: Miguel Damásio

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