O impacto de Jornada nas Estrelas na Engenharia

Na década de 60, um visionário chamado Gene Roddenberry (1921-1991) criou a série que mudaria para sempre a perspectiva que temos sobre o futuro da humanidade – Jornada nas estrelas (Star Trek). Seria este futuro pacífico, tecnológico e harmônico entre os povos: algo controverso em uma época de racismo e repressão nos EUA. Além de que, havia um pessimismo de um futuro distópico relacionado a Guerra Fria.

Jornada nas Estrelas: esperança de um futuro próspero

Estreando em 1966 Star Trek (Jornada nas estrelas) veio com muitos conceitos novos. Entre eles, uma mulher como capitã interina no comando da espaçonave mais audaciosa da frota estelar, a Enterprise. Além disso, tripulantes de todas as partes do mundo e uma mulher negra (tenente Uhura) na ponte de comando.

Além das inovações representativas em Hollywood, foi possível observar ideias que hoje temos como coisas garantidas no dia-a-dia. Isso ocorre com, por exemplo, as portas que se abrem sozinhas com a presença de uma pessoa.

Esta ideia foi trazida para o programa para reduzir o tempo de transição entre os cômodos da Enterprise. Gene costumava contar essa história com muitas risadas, pois alguns anos depois lá estavam as portas automáticas que vieram de um improviso de estúdio.

Outra ideia muito legal foram os tablets e smartphones, muito presentes nas séries que se passam no século XXIV (TNG, DS9 e Voyager), os quais são constantemente utilizados para atividades muito similares com as atuais.

porta de jornada nas estrelas representada

Além de todas essas ideais que viram, ainda há algumas que despertaram muita curiosidade em diversas crianças que cresceram e se tornaram Engenheiros, médicos e cientistas. Exemplo disso é a capacidade de explorar novos mundos.

Observe: durante a escolha do nome do primeiro ônibus espacial a NASA decidiu homenagear qual seriado? Star Trek, é claro! Assim, deu-se o nome do Space Shuttle como US Enterprise.

Atualmente, muitos se inspiram pelo futuro otimista de Star Trek e continuam a ir audaciosamente aonde ninguém jamais foi. Procuramos manter na nossa empresa esse desafio de sempre crescer e se desafiar ao novo (conheça mais sobre a EletroJr clicando aqui). E, um dia, talvez tenhamos sintetizadores, Holodecks, motores de dobra e, o mais importante, a paz mundial. Aliás, ela sempre foi o objetivo de Gene Roddenberry.

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