Uma jornada com O Monge e O Executivo – Parte 2

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Voltamos a falar um pouco mais sobre “O Monge e o Executivo: Uma história sobre a essência da liderança” de James C. Hunter.

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Um grande marco na construção de qualquer indivíduo que busca se inserir no cenário empresarial são as boas competências de liderança. Esta habilidade é especialmente incentivada na EletroJr, que investe em suas lideranças acreditando ser essa uma das maneiras de cumprir com sua missão de desenvolver pessoas. Afinal, bons líderes levam sua equipe a buscar resultados de qualidade, trazendo satisfação aos clientes e consolidação da empresa.

Trataremos, hoje, das motivações que nos levam à liderança que são destacadas em uma pirâmide invertida durante as aulas e que vamos explorar tanto visualmente quanto na nossa listinha comentada. Mas, lembre-se, não substitui uma boa leitura mais aprofundada dessa obra!

Em uma das aulas nosso monge monta com seus alunos uma pirâmide invertida sobre o que mais deve ser o guia motivacional de uma jornada de liderança, já que este modelo caracteriza a principal ideia do livro que é a liderança por serviço resultando no seguinte modelo:

A pirâmide invertida

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Pirâmide invertida descrita no livro “O Monge e o executivo”

LIDERANÇA

Sendo o principal objeto da reflexão, ocupa a principal colocação da pirâmide. No livro se destaca o modelo de liderança de Jesus Cristo, trazendo um paralelo de como ele conseguia seguidores por exercer influência genuína ao contrario de figuras como Rei Herodes e Pôncio Pilatos que tinham seguidores por poder, mas que não necessariamente compactuavam com eles;

AUTORIDADE

Como dito no nosso último post e reforçando o ponto anterior, liderar é gerar influência sobre outros para que, de boa vontade e entusiasticamente, atinjam objetivos para o bem comum;

SERVIÇO E SACRIFÍCIO

O livro defende que autoridade sempre se constrói com serviço e sacrifício. São citados exemplos como Gandhi, Madre Tereza e as mães como grandes exemplos de servidão e sacrifício em prol de benefícios maiores e comuns à sociedade, o que construiu a base para seus reconhecimentos como líderes. Estar disposto a ajudar, a abrir mão de interesses estritamente pessoais e praticar as competências exploradas no post passado se faz essencial;

AMOR

Não se trata aqui do amor romântico e sentimental, mas o comportamental. Não nos sacrificamos e servimos a algo que não temos lealdade mínima.  É utilizar dos princípios do amor ágape alinhado com as características de liderança do post passado. É deixar o orgulho de lado, respeitar, dar atenção, ouvir, satisfazer necessidades, ser verdadeiro, autentico, compromissado, ter autocontrole e saber perdoar;

VONTADE

Em fórmula básica trazida pelo livro:

INTENÇÕES + AÇÕES = VONTADE

Você precisa saber qual seu objetivo dentro do papel que exerce e trabalhar para que esses objetivos sejam alcançados e, até que se alcance, temos a vontade, a motivação.

 

“É preciso ter vontade para escolhermos amar, isto é, sentir as necessidades reais, e não os desejos daqueles que lidamos. Para entender essas necessidades, precisamos nos dispor a servir e até mesmo a nos sacrificar. Quando servimos e nos sacrificamos pelo outro, exercemos autoridade ou influência(…) E quando exercemos autoridade com as pessoas, ganhamos o direito de ser chamados de líderes.” – O Monge e O Executivo: Uma jornada sobre a essência da liderança

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